EFICÁCIA DO MIGRACALM®
Não existe até hoje nenhum dispositivo médico similar não farmacológico que alivie a dor causada pela enxaqueca como este dispositivo.
A eficácia do
MIGRACALM® é avalizada por:
1.- A avaliação realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade Autónoma de Barcelona e pelo Hospital Universitário Valle Hebron de Barcelona, sobre a sua fundamentação clínica neurológica e a sua utilidade
terapêutica paliativa da dor causada pela enxaqueca, de cuja conclusão ressaltamos alguns fragmentos:
"... em termos de previsão e/ou predição clínica cientificamente fundada em evidências diagnósticas e de avaliação de terapêutica nas cefaleias vasomotoras, é razoável inferir com critérios clínico-neurológicos e médico-legais
sanitário-assistenciais a utilidade e o benefício terapêutico do diadema MIGRACALM®, como método paliativo das enxaquecas já que pode aliviar, deter e/ou evitar a progressão da dor hemicraniana pulsátil focalizada anatomicamente em zonas vascularmente dependentes das artérias temporais..."
"... a previsível acção terapêutica nas fases prodrómicas da sintomatologia das enxaquecas verificadas casuisticamente permitem qualificar e considerar clinicamente o MIGRACALM® como um dispositivo médico com efeito activo terapêutico de carácter paliativo para a dor causada pela enxaqueca,
com efeito clínico eficiente no uso isolado ou combinado com outros procedimentos terapêuticos..."
2.- O ensaio clínico realizado por neurologistas de prestígio, que manifestam a importância da compressão das artérias temporais superficiais para o alívio da dor produzida pela enxaqueca.
3.- As muitas publicações de diversos especialistas relacionadas com o fundamento do produto, fazendo-nos eco de algumas delas, pela proximidade temporária da sua publicação ou pela proximidade dos cientistas que a avalizam.
4.- O estudo de mercado realizado ao longo do ano de 2007 entre pessoas susceptíveis à enxaqueca, para testar a eficácia do produto, o seu conceito, a sua imagem e, especialmente, a aceitação e uso pelos pacientes de enxaqueca.
ESTUDO CLÍNICO
Foi demonstrada a eficácia de aplicar pressão sobre as artérias temporais superficiais para aliviar a dor de uma crise de enxaqueca. O estudo "
Eficácia da compressão prolongada das artérias do couro cabeludo nas crises de enxaqueca" assim o revela. Foi publicado no Journal of Neurology, no seu volume 253, número 6, de Junho de 2006.
O estudo pretendia demonstrar que uma
"... breve compressão da artéria temporal superficial pode aliviar uma crise de enxaqueca e de uma cefaleia em salvas..."
"... A intensidade da dor, que se havia produzido durante um período de alguns minutos a poucas horas, era moderada em 58% dos pacientes participantes do ensaio e severa em 36%. Em alguns casos, tinham sido usados fármacos analgésicos ou triptanos quando aparecia a dor, embora não lhes houvessem proporcionado nenhum alívio ou este tivesse sido insuficiente...".
Como o ensaio revela,
"a artéria foi comprimida usando uma pressão digital firme contra o arco zigomático diante do trago e 1-2 cm para baixo. A localização das artérias foi feita mediante a palpação do seu pulso com o dedo..."
"... Quando a dor era prevalente na parte anterior da cabeça, a compressão iniciou-se na artéria ou artérias temporais superficiais..."
"... A compressão da primeira artéria detinha-se imediatamente se se conseguia um alívio inicial da dor; no caso contrário, mantinha-se durante mais de 3 minutos..."
» Um relevante resultado::
"
Em conjunto, 68% dos pacientes obteve um alívio relevante ou completo e duradouro da dor, e atingiu-se uma percentagem de 90% nos ataques com dor moderada, (2). Com frequência, as artérias, especialmente as temporais superficiais, eram sensíveis quando se comprimiam..."
Quanto aos possíveis efeitos secundários, o ensaio revelou que "
Não foram notados efeitos desfavoráveis."
O ensaio incluiu também um teste fingido a modo de "efeito placebo", que revela que a pressão só é efectiva se se produz sobre a artéria temporal superficial.
"
Nos últimos 32 pacientes levou-se a cabo, como controlo, uma compressão fingida 1 cm anterior à artéria temporal. Depois da compressão fingida teve lugar o procedimento de compressão real da artéria... a compressão fingida da artéria nunca originou uma diminuição da dor."
Conclusão do estudo:
 | | "A compressão prolongada (mais de três minutos) das artérias temporais superficiais é frequentemente eficaz na redução ou eliminação da dor provocada pela enxaqueca.".
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"A possibilidade de conseguir um alívio substancial ou cessação da dor com este procedimento parece relevante na terapia das crises de enxaqueca."